Mostrar mensagens com a etiqueta medo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta medo. Mostrar todas as mensagens

domingo, 25 de janeiro de 2015

Não desistir nunca

Na sexta passada fiz cerca de 600 quilómetros em busca de um emprego temporário, num organismo público - sim, parecia ser mesmo um daqueles casos em que a seleção do candidato já está claramente definida. Mas, ainda assim gastei mais 100€ porque não se pode desistir nunca!

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Das Amizades


Uma amizade pode partir-se por tão pouco.
Apesar de ter garantido que estava tudo bem, bem sei que a minha amizade com a G. pode estar condenada.
Caramba, que desconfiança.
Não me lembro da última vez que chorei tanto como ontem.
E, cá dentro, fica aquela dor.

quinta-feira, 20 de março de 2014

sábado, 21 de dezembro de 2013

Do Tempo a Voar...

Há um ano, estava com o coração nas mãos, desconfiando que eu e as minhas colegas, íamos ser despedidas. Passámos o Natal na dúvida, mas entramos em 2013 com certeza.
Antes de nós, já tantas e tantos tinham sido despedidas/os!
A Susana, a Patrícia, a Marta, a Sandra, a Maria João, a Cláudia, a Tânia, a Inês, a Clara, a Joana, a Rita, a (outra) Susana, a (outra) Inês, a Alexandra, o António, o Sérgio, o Diogo e tantos, tantos mais. A maioria contratados do Estado, alguns com mais de dez anos de experiência. Todos licenciados, quase todos com mestrados, alguns (poucos) doutorados.
Fomos despedidos, sem piedade, sem direitos e sobretudo, sem esperança. E é aqui que estamos. Num Natal mais triste, porque os dias são escuros, fechados e incertos.

Poderá 2014 ser melhor?
Poderá 2014 ser mais quentinho?






terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Do Desemprego

Outra vez!

De novo! Depois da luta destes meses, a fazer 150 quilómetros por dia, a acordar cedo, a chegar tarde, sem tempo para nada nem ninguém. Regresso à casa de partida.
Mais triste, mais pesada, mais cinzenta.

Sei que somos muitos, demasiados. Também vocês sentem o peso da vossa incompetência?




quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Dos tons de cinza cá dentro...

É difícil explicar a dor que mora cá dentro. Às vezes sinto-me bipolar: ora alegre ora triste!
Mas, também sei que a alegria sou só eu a tentar dar a volta por cima, a sossegar-me e a acreditar que dias melhores virão.
O que tem sido a minha vida? Uma luta sem medida! Sem privilégios, sem cair em caminhos fáceis, não tenho sabido outra coisa, que não seja trabalhar. E estudar, que ainda vou acreditando em dias melhores.
Desde domingo, dia em que até estava animada, que a minha energia e ânimo se tem vindo a evaporar.  Sinto-me só e sem poder contar com quem eu queria.
Mas, não! Não me vou abaixo que essa não é a minha natureza!